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segunda-feira, 12 de março de 2012

Consumir refrigerantes durante a dieta atrapalha a perda de peso



Consumir refrigerantes durante a dieta atrapalha a perda de peso


Para quem quer perder peso com saúde o importante é selecionar alimentos naturais e com quantidades moderadas de calorias. Neste caso, não há escapatória: os refrigerantes precisam ser riscados de vez da lista de compras ou, pelo menos, devem ser consumidos com muita economia.
Doces, apetitosos e refrescantes, eles costumam estar presentes em qualquer hora do dia. Boa parte das pessoas sabe que beber durante uma refeição, por si só, não ajuda na dieta e na busca pela sensação de saciedade.



Perigo para a dieta 
Alimentar-se com bebidas mais calóricas só faz crescer o perigo de aumentar o peso e ingerir líquidos que contêm gás, como os refrigerantes, faz com que o estômago dilate e prejudique a absorção dos nutrientes. A pessoa se sente falsamente saciada, volta a ter fome pouco tempo depois e, pior, acaba extrapolando no consumo de alimentos na refeição seguinte. Infelizmente, os refrigerantes light e diet, que prometem engordar menos, iludem e também não ajudam a perder peso.

A composição dessas bebidas ganha doses a mais de sódio. A substância é inserida na fórmula para ajudar a manter o sabor que se perdeu com a diminuição de açúcar. Por outro lado, quem ingere refrigerantes com muito sódio acaba retendo líquido e comprometendo a saúde - principalmente órgãos como o fígado e os rins que estão diretamente ligados à filtragem do que bebemos, por exemplo. Em comparação com os refrigerantes comuns, os light e diet chegam a ter o dobro ou o triplo da quantidade de sódio.

Substitua ou diminua o consumo 
O consumo de refrigerante no plano de emagrecimento só é permitido em doses bem pequenas. Tomar um copo durante um evento ou uma festa não compromete a perda de peso ou todo o trabalho de meses para entrar naqueles jeans mais justinho. Mas esqueça o hábito de tomar mais de um copo diariamente - o que, geralmente, as pessoas costumam fazer. Isso pode, além de engordar, prejudicar sua saúde e potencializar as famosas e odiadas celulites.

Já que é difícil deixar de lado o costume de beber durante as refeições, a dica é abusar dos sucos que ajudem na absorção de nutrientes como o ferro - no caso dos cítricos, como os sucos de laranja e limão. A água, por sua vez, está liberada, já que não engorda e ajuda na hidratação do corpo.


 Ao passar pelos corredores do supermercado é fácil se perder entre as diferenças entre light e diet. Para acertar na hora de escolher o que levar para casa é importante saber que os produtos diet, ou dietéticos, são aqueles com pouquíssima quantidade de açúcar, no entanto, nem sempre contém quantidade baixa de calorias.

Já os light contém pouco valor energético ou valor nutricional em sua composição e prometem diminuir em 25% essas substâncias em comparação ao produto convencional. Tal produto, aliás, precisa estar descrito no rótulo para que o consumidor possa avaliar se realmente há o que é proposto pelo fabricante.

O mais importante, no caso, é saber que nem sempre os produtos light possuem pouco açúcar - característica fundamental para que os diabéticos possam consumir. Antes de passar pela gôndola do supermercado, vale à pena ler e comparar os rótulos dos diet, light e convencionais para não levar gato por lebre. Se possível, como orientam os nutricionistas, passe com mais frequência pelos corredores de sucos e frutas.

Até a próxima!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fique atento aos efeitos do energético no corpo!

Combustível para workaholics e baladeiros, os energéticos estão cada vez mais populares no Brasil e no resto do mundo. 

 Entenda como o produto atua no seu corpo:

Boca
O energético começa a fazer efeito na língua. O paladar está conectado aos músculos por meio de vias neurais e, mal o líquido encosta na boca, ativa áreas do cérebro que mandam um recado para a gente continuar na labuta.

Cabeça
A cafeína, um dos ingredientes da fórmula, estimula o sistema nervoso central e inibe o funcionamento da adenosina, o hormônio do sono. A vitamina B combate o cansaço e a taurina turbina a disposição, a atenção e o foco.

Barriga
Quando vazio, o estômago sofre com a ação da cafeína, que irrita as paredes do órgão. Isso pode resultar em azia, gastrite ou até úlcera. Por isso, pessoas que já sofrem com esses problemas devem evitar o consumo da bebida.

Coração
A cafeína e os outros estimulantes, como ginseng e guaraná, fazem o coração bater muito rápido. Eles estimulam a secreção de adrenalina, o que se traduz em compassos cardíacos acelerados.

Pulmão
Com mais sangue passeando no corpo, os tecidos acabam precisando de uma dose extra de oxigênio e os brônquios se dilatam. Mas atente-se: o energético nunca pode ser confundido com remédio para problemas respiratórios.

Bexiga
O consumo desse produto aumenta o volume de urina, que enche a bexiga. Esse mecanismo diminui a absorção do sódio e de água nos rins, o que, em casos graves, leva à desidratação. Para se garantir, capriche nos goles de água.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ministério da Saúde incentiva o consumo de pescados


Foi lançada pelo Ministério da Saúde e Ministério da Pesca e Aquicultura a campanha que tem o objetivo de incentivar o consumo de pescados pelos brasileiros como parte de uma alimentação saudável. A campanha foi lançada para a 8ª Semana do Peixe, que ocorre entre os dias 11 e 24 de setembro, com o tema “Inclua pescado na sua alimentação: é gostoso e faz bem para a saúde”.




A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também apoia o evento, bem como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) que irão coordenar ações de incentivo ao consumo de pescados por seus afiliados.
Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008/2009, o consumo anual de peixe pelo brasileiro é de 9 kg. A quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 12 kg de pescado por habitante/ano. Patrícia Jaime, coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, revela que nesta pesquisa o percentual de indivíduos que reportaram a ingestão de pescado, pelo menos uma vez na semana, foi de 6,4% e somente 10,8% declaram o consumo fora do domicílio. “Precisamos estimular as pessoas a se alimentarem melhor. O peixe traz inúmeros benefícios para a saúde, mas para abastecer o mercado e torná-lo acessível para todos, é necessário ordenar e fomentar a aquicultura, visando o aumento da produção e oferta de alimentos”, destaca. Por este motivo, o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana.

Assim, para aumentar o consumo durante a Semana do Peixe serão distribuídas cartilhas com informações sobre os benefícios do consumo de pescados para a saúde, orientações sobre como verificar a qualidade do produto na hora da compra e quais devem ser os cuidados na higienização. Além disso, a cartilha contém receitas regionais, nutricionalmente adequadas, que promovem a redução de sal e gordura. Cartazes serão fixados em bares, restaurantes, supermercados participantes da campanha e os produtos ligados à Semana do Peixe receberão exposição e sinalização diferenciadas nos supermercados.
























terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sal X Saúde





O consumo de sal vem aumentando nos últimos anos, elevando assim a ingestão do sódio, sendo um grave problema, devido aos seus efeitos no organismo quando consumido acima de suas recomendações. O desenvolvimento e maior aceitação de produtos industrializados também vêm aumentando esse consumo, gerando uma constante preocupação para a saúde pública.

Estudo recente visou avaliar se a ingestão de sal pode diminuir ao longo do tempo em uma mesma população, descrevendo o consumo de sal por 8 anos em grupos diferentes de faixa etária, priorizando as informações entre os idosos. O consumo de energia também foi avaliado. De acordo com os resultados, a média de consumo de energia diminuiu em homens e mulheres de todas as faxias etárias e a ingestão de sal diminuiu entre os homens. Destaca-se a informação de que a redução da ingestão em relação à energia resultou em uma redução modesta de sal e que embora tenha sido observada uma diminuição no consumo de sal, sua ingestão ainda ultrapassa os níveis recomendados, sendo necessários esforços para resolver este problema de saúde pública.

Outra pesquisa destaca que muitas diretrizes recomendam que os pacientes com diabetes tipo 2 devem reduzir o conumo de sal. Os dados dos estudos sugerem a necessidade de intervenções para determinar se o sal na dieta pode prejudicar a saúde e desenvolvimento de mais complicações em pacientes com diabetes tipo 2, sendo ainda necessária a adequação das orientações defendendo a restrição de sal nestes pacientes.
Os dados dos estudos deixam claro a importância de se controlar o consumo de sal, para prevenir o agravamento de doenças existentes e para prevenir o desenvolvimento de agravos á saúde.

Portanto, é necessário reduzir a quantidade de sal nas preparações, outra dica é evitar o saleiro de mesa, com ele as pessoas tendem a acrescentar mais sal que o necessário! Também é bom lembrar de controlar o consumo de produtos embutidos, entalados, refrigerantes...pois esses produtos possuem na maioria das vezes grandes quantidades de sódio.