Mostrando postagens com marcador alimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Conheça os vilões e os aliados da nossa saúde!

Nem sempre é fácil seguir uma alimentação saudável, mas é necessário ficar atenta aos pequenos hábitos nutricionais que terminam por prejudicar a vida. Certos alimentos são verdadeiros vilões para o envelhecimento. Para ajudar quem quer acabar com esse processo destrutivo agora,  indicaremos os grandes aliados na cozinha. Lembrando sempre, que não existem alimentos proibidos, é tudo questão de quantidade! Então, mude sua rotina agora! 


Os Vilões da nossa saúde



Salsicha (perigo: acima de 2 unidades)
A salsicha e outras carnes processadas podem aumentar o risco do câncer de pâncreas em 67%. O nitrato de sódio, presente na salsicha e também no bacon, é uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês.
Refrigerante: (300 ml)
Uma lata de refrigerante possui, em média, 10 colheres de açúcar, 150 calorias e até 55 mg de cafeína, além de corantes artificiais e sulfitos. A bebida é tão ácida que são necessários 30 copos de água para neutralizar esta acidez, muito perigosa aos rins.
Salgadinhos: (perigo: acima de 30g)
Alimento processado com baixo teor nutritivo e alto teor de sódio e gordura.
Sopa processada
Em média, uma xícara de sopa processada contém 760 mg de sódio (1/3 do consumo diário necessário).
Pizza
Atenção principalmente à maioria das pizzas congeladas, cheias de condicionadores de massas artificiais e conservantes. Outro problema é farinha branca que, quando absorvida pelo organismo, se transforma em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.
Adoçantes (Perigo: 3 a 4 saquinhos de adoçante ao dia)
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reduziu a quantidade máxima de adoçantes sacarina e ciclamato. Apesar de não ter risco comprovado em humanos, estas substâncias já são proibidas em alguns países como EUA e Canadá: testes feitos em camundongos resultaram em câncer de bexiga nos animais.
Suco de caixinha
Contém alto índice de açúcar, corantes e aromatizantes e o processo de fabricação elimina os nutrientes. Outro problema é a presença dos corantes como a tartrazina, que pode causar, por exemplo, asma brônquica em pessoas alérgicas ao ácido acetil salicílico. Segundo a legislação, os néctares devem respeitar um limite de adição de sacarose. Mesmo assim, chegam a ter 20g de açúcar (2 colheres de sopa cheias) a cada 200ml.
Caldos Concentrados
Teor muito alto de sódio, que provoca aumento da pressão arterial.
Algodão doce
Além de ser puro açúcar, tem corantes artificiais.
Batata frita
São fritas em óleo vegetal que, em muitos casos, é reutilizado várias vezes. Isto aumenta a concentração de gordura trans, o mais perigoso para a nossa saúde.

Os Aliados da nossa saúde
Descubra a quantidade diária recomendável para que estes alimentos nos forneça benefícios funcionais:

Alho (indicação: 2 dentes de alho por dia)
Seu princípio ativo (alicina) melhora a circulação, diminui a pressão sanguínea, age como antioxidante e fortalece o sistema imunológico.
Castanha-do-pará (indicação: 100 g por dia)
Rica em vitamina E, selênio e zinco, que retardam o envelhecimento celular. O consumo está relacionado ao baixo risco de obesidade e doenças coronárias.
Cúrcuma (indicação: 3 g por dia)
A curcumina, seu mais importante princípio ativo, só é encontrada nesta raiz e age como anti-inflamatório. Também combate o câncer, inibindo a proliferação de tumores, a formação de vasos para sua nutrição e metástase.
Sardinha, salmão, cação e atum (indicação: 100 a 200g 2 a 3 vezes por semana)
Têm a presença de Ômega 3, um tipo de “gordura boa” essencial para o sistema nervoso, o coração e o cérebro. Também possuem minerais com ação anticancerígena. As sardinhas em conserva são consideradas “comida saudável em lata” e devem ser preservadas no próprio óleo.
Quinua (indicação: 3 xícaras por semana do grão cozido ou em flocos)
Este grão é considerado pela ONU como alimento completo, perfeito. É rico em aminoácidos, vitaminas, minerais, carboidratos e fibras. Ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer, derrame, prisão de ventre, fadiga, cansaço, preguiça e depressão. De fácil preparo, também ajuda a emagrecer e melhora o sistema imunológico.
Arroz integral (indicação: 80 a 100g, ao menos em uma das refeições, todos os dias).
É muito rico em carboidratos, um dos principais combustíveis do organismo. Tem muitas vantagens quando comparado ao arroz branco no que diz respeito a fibras, minerais e vitaminas do complexo B.
Banana (indicação: 1 banana ao dia, e para esportistas, 2-3 bananas ao dia)
Tem potássio e vitamina C e B6, que combatem o estresse. O potássio também pode evitar o derrame cerebral, especialmente em quem sofre de pressão alta. A fruta combate câimbra e tem efeito calmante, pois estimula a produção de serotonina.
Brócolis (indicação: 1 a 2 talos por dia)
É um vegetal completo: contém ferro e ácido fólico (que previnem e anemia), além de betacaroteno e vitaminas C e E, nutrientes antioxidantes que retardam o envelhecimento, aliviam a fadiga e dissolvem coágulos sanguíneos. Também possui suforeno e vitamina A, que protegem as células do câncer.
Chá verde (indicação: 3 xícaras ao dia, sem adoçar)
Rico em minerais, vitaminas e flavanóides, que são antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento precoce e inúmeras doenças).
Azeite de oliva: (indicação: consumir em temperatura ambiente, 1 a 2 colheres de sopa ao dia)
Óleo saudável, rico em gordura insaturada, vitamina E e composto fenólicos. É excelente no controle da pressão arterial, na prevenção de doenças cardiovasculares, aumento do colesterol HDL (bom) e redução do colesterol LDL. Além de melhorar a disposição, o azeite também é indicado na prevenção do câncer.
Caviar (indicação: 1 colher de chá ao dia)
Contém uma substância nutritiva chamada vitelline, rica em fosfolípidos e fosfoproteínas. Alguns dos muitos benefícios dos fosfolípidos de caviar: previnem envelhecimento e a queda capilar. Reduzem o processo inflamatório em peles envelhecidas e expostas à radiação ultravioleta; promovem o aumento do desempenho esportivo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Os 10 alimentos que mais embelezam

Sabe aquela história de que a beleza começa na mesa? É a mais pura verdade. Tudo o que ingerimos traz consequências (boas ou não) para o nosso organismo. "Quanto maior for a ingestão de alimentos nutritivos, melhor você se sentirá e mais bonita ficará", afirma Lisa Drayer, nutricionista e autora do livro "A Dieta da Beleza". Descubra os 10 alimentos mais poderosos para sua beleza:

1. Salmão
Especialmente o selvagem (criado na natureza, não em cativeiro) é rico em ácido graxo ômega-3, nutriente que deixa a pele mais macia e lisa, além de melhorar os sintomas da acne. O salmão também é fonte de antioxidantes (com efeito antienvelhecimento) e minerais que protegem a pele do sol.

2. Iogurte de baixa caloria
O alimento é fonte de cálcio, capaz de deixar os ossos mais fortes, as unhas bonitas e uma boa postura. Além disso, o iogurte é capaz de amenizar os sintomas da TPM. Incrível, não é mesmo?

3. Ostra
Rica em zinco, mineral que atua na renovação e conservação da pele. Também contém selênio, que age como antioxidante.

4. Mirtilo
O mirtilo (ou blueberry) é o alimento mais rico em antioxidantes, se comparada com verduras, legumes e outras frutas frescas. Além de proteger do envelhecimento precoce e de outras doenças relacionadas à velhice, têm efeitos anti-inflamatórios e previne o câncer. Ah, e é delicioso também...

5. Kiwi
O kiwi não serve apenas para complementar a salada de frutas. Ele também possui uma quantidade enorme de vitamina C (excelente para a produção de colágeno), previne rugas, auxilia na manutenção de ossos e dentes saudáveis e é perfeito para o cardápio da dieta: dois kiwis médios têm apenas 92 calorias.

6. Batata-doce
Rica em betacaroteno (antioxidante poderoso que destrói radicais livres), a batata-doce deixa a pele mais macia e é extremamente nutritiva.

7. Espinafre
O Popeye já sabia: o espinafre faz maravilhas ao organismo! A verdura de baixa caloria contém grande quantidade de luteína (substância vital para a saúde e o brilho dos olhos), além de outros nutrientes indispensáveis para a saúde, como betacaroteno, magnésio, vitamina B e fibras alimentares.

8. TomateSegundo a nutricionista Lisa Drayer, o tomate é o alimento que fornece a maior quantia do antioxidante licopeno, que protege contra doenças cardiovasculares, efeitos nocivos dos raios solares e doenças como diabete e osteoporose.

9. Noz
Rica em ácido graxo ômega-3, a noz deixa a pela macia, os cabelos saudáveis e os ossos fortes. O fruto seco é o que mais tem antioxidantes, se ingerido em pequenas quantidades durante o dia.

10. Chocolate amargo
Quem disse que o chocolate é inimigo da beleza? O chocolate amargo contém tanto polifenóis (ótimo para a pele e para a prevenção de doenças) quanto o vinho e tem poderosas propriedades antienvelhecimento. Mas não vá exagerar no consumo: coma pequenas porções para evitar o excesso de calorias ou a neutralização dos antioxidantes presentes no alimento.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Conheça nove alimentos para deixar aumentar sua imunidade!







Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico", 


Atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. Confira abaixo a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.

1. Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.


2. Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.


3. Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.


4. Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.


5. Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.


6. O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.


7. A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.


8. Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.


9. A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções.

Bom...sua imunidade estará garantida com esses alimentos em suas refeições no dia a dia, claro!

sábado, 5 de março de 2011

UAU: Alimentos que estimulam a memória

Estudo finalizado recentemente na Universidade da Califórnia em Irvine (UCI) indica que a ingestão de alimentos ricos em gordura estimula a formação da memória a longo prazo. 

Liderados por Daniele Piomelli, do Instituto Italiano de Tecnologia e da UCI; e James McGaugh, também da UCI, um dos principais especialistas em memória no mundo; cientistas americanos e italianos descobriram uma explicação científica para as fortes lembranças que determinados pratos nos trazem mesmo após muito tempo. 

Primeiramente, o grupo de estudiosos apontou uma relação entre a gordura ingerida e o controle do apetite com implicação importante no desenvolvimento de tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares.

Nesta etapa, identificaram que os ácidos oléicos, obtidos a partir da hidrólise da gordura animal e de certos óleos vegetais, são transformados em uma molécula chamada de oleoletanolamina (OEA), no intestino delgado.

A OEA é a responsável por enviar a mensagem de saciedade ao cérebro. Em níveis elevados, ela pode reduzir o apetite, promovendo perda de peso e diminuição de níveis sanguíneos de triglicérides e colesterol.

Por meio de testes com roedores, os pesquisadores perceberam que a administração de OEA levou à melhoria na retenção da memória, assim como os efeitos da memória diminuíram quando os receptores celulares ativados pelo OEA foram bloqueados.

A partir daí, descobriram que a OEA permite o armazenando das memórias de curto prazo, transformando-as em memórias de logo prazo.

Isso é possível por meio da ativação de sinais de estímulo na amígdala, que é a região do cérebro envolvida na consolidação de memórias e eventos emocionais.

A conclusão dos pesquisadores remonta à idade antiga pelo fato das gorduras, importantes para a saúde geral, ajudando na absorção de vitaminas e na proteção de órgãos vitais, nem sempre terem sido tão abundantes na alimentação como são nos tempos de hoje. Os alimentos ricos em gordura são raros na natureza, o que provavelmente a fez um diferencial para a sobrevivência dos primeiros humanos.

A parte negativa do estudo é que da mesma forma que a OEA contribui para a sensação de saciedade após uma refeição, também estimula a vontade de ingerir novamente alimentos ricos em gordura, que, consumidos em excesso, podem levar ao ganho de peso e, consequentemente, à obesidade.

O próximo passo é avaliar se as drogas que simulam os efeitos do oleoletanolamina, já usadas em estudos clínicos para controle de triglicérides, também podem beneficiar a consolidação da memória em pessoas com deficiência nesse processo.

sábado, 6 de novembro de 2010

Alimentos modulam processos inflamatórios no sobrepeso

Estudo revelou que a suplementação de componentes alimentares com propriedades anti-inflamatórias modula a inflamação, estresse oxidativo e metabólico de indivíduos com sobrepeso. Estes efeitos foram detectados por uma abordagem nutrigenômica, através de análise em larga escala da expressão gênica, proteínas e metabólitos no sangue, urina e tecido adiposo.

Este foi um trabalho randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, ensaio clínico cruzado, com quatro períodos de tratamento de cinco semanas cada. Foram selecionados 36 homens, saudáveis com índice de massa corporal (IMC) entre 25,5 e 35,0 kg/m2, e baixo grau de inflamação, com concentração de PCR de 1-10 mg/L. 

O objetivo foi investigar os efeitos anti-inflamatórios induzidos pela intervenção nutricional em homens com sobrepeso, que apresentavam leve aumento das concentrações de proteína C-reativa (PCR). Portanto, foram suplementados compostos potencialmente eficazes destinados a atuar na redução da inflamação.

O tecido adiposo é fundamental para o estado inflamatório associado com a obesidade. Os adipócitos secretam adipocinas pró e anti-inflamatórias, incluindo o fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa), interleucina-6 (IL-6) e adiponectinas anti-inflamatórias. A redução de adiponectina e aumento da proteína C-reativa (PCR) estão associados a doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. 

A suplementação foi denominada de AIDM (Antiinflammatory Dietary Mix), que consistiu de óleo de peixe, extrato de chá verde, resveratrol, vitamina E, vitamina C e extrato de tomate.

Os participantes consumiram duas cápsulas sólidas e duas cápsulas gelatinosas com 200 ml de iogurte simples diariamente no café da manhã e na refeição da noite. As cápsulas sólidas continham: 6,3 mg de resveratrol (dose diária equivalente a 4 L de vinho tinto); extrato de tomate contendo 3,75 mg de licopeno (dose diária equivalente a 500 ml de suco de tomate); 94,5 mg de extrato de chá verde (40% de epigalocatequina galato; dose diária equivalente a 300 ml de chá verde); 181,4 UI de alfa-tocoferol (Ingestão Diária Recomendada: 18 UI e o nível máximo tolerável: 1000 UI); 125 mg de vitamina C (nível máximo tolerável: 2000 mg/d). As cápsulas gelatinosas continham: 1200 mg de óleo de peixe, sendo 380 mg de ácido eicosapentaenóico (EPA) e 260 mg de ácido docosahexaenóico (DHA); 60 mg de outros ácidos graxos poli-insaturados. 

PCR e adiponectina foram os principais marcadores de inflamação mensurados neste estudo. As concentrações de PCR não foram alteradas com a suplementação de AIDM, enquanto que as concentrações de adiponectina aumentaram significativamente de 6,03 ± 2,06 mg/L após a intervenção placebo para 6,48 ± 2,57 mg/L após a intervenção com AIDM (p < 0,05). 

A redução do estado inflamatório pode prevenir a ocorrência de distúrbios e doenças relacionadas ao sobrepeso. Muitos componentes de alimentos apresentam propriedades anti-inflamatórias e/ou antioxidantes. A dieta mediterrânia contém vários destes compostos e tem sido associada com redução de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Esses alimentos contêm altos teores de polifenóis, vitaminas, ácidos graxos insaturados, e carotenóides. 

Após suplementação com AIDM houveram mudanças nas respostas relacionadas ao metabolismo lipídico e doenças metabólicas. A maior parte dessas alterações foi sobre a resposta inflamatória, estresse oxidativo (produção de espécies reativas de oxigênio), e o metabolismo lipídico. A rede metabólica construída a partir dos dados integrados da expressão gênica indicou papel central do efeito do AIDM sobre o NF-kappaB (fator nuclear kappa B). A interpretação biológica dos dados se concentra nestes três processos: inflamação, oxidação e metabolismo.

“Os efeitos leves observados podem ser atribuídos à duração da intervenção. Apesar das limitações, a nossa abordagem permitiu a detecção de múltiplos efeitos sobre a saúde através da mistura de componentes dietéticos em indivíduos com sobrepeso. Além disso, as alterações na expressão de genes, proteínas e metabólitos induzida pela AIDM pareceram ser consistentes. Isso pode vir a ser uma vantagem adicional da abordagem nutrigenômica em estudos de intervenção humana, o que permite a alta sensibilidade na detecção de alterações fisiológicas múltiplas”, concluem os autores.